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Será a mídia realmente golpista? Para acabar com essa discussão, o ideal é cada veículo assumir sua posição política

 

*** Texto originalmente postado no Blog do Vannucci ***

 

O Brasil atravessa um momento político histórico e, em ocasiões como a que vivemos, a mídia tem um papel fundamental e de protagonismo. É através dela que as informações circulam, que as opiniões se alastram e que os comportamentos são transformados. Sempre foi assim em qualquer país e não será diferente no Brasil. Mas, por aqui, nos últimos anos, essas plataformas de comunicação são acusadas de estimular o golpe porque dão espaço às acusações de crimes, jogos políticos, criticam o governo e não mostram as boas ações de quem está no poder. 

 

Longe de defender ou acusar qualquer emissora de TV ou rádio, jornais, revistas e sites, porque isso é muito fácil em qualquer direção que se adote, é importante colocar em discussão alguns pontos importantes. O governo federal é o maior anunciante do país e, num mundo capitalista o dinheiro tem força para impor opiniões, indicar caminhos e sugerir cortes. Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Petrobrás e Correios possuem verbas de causar inveja e disputadas pelos responsáveis pelos departamentos comerciais dos veículos eletrônicos, digitais e impressos. Instituições e autarquias estaduais também estão na lista de quem tem dinheiro para gastar em publicidade, valores que não ficam longe das grandes empresas internacion ais que tentam conquistar mais consumidores. 

 

Nos últimos anos, coincidência ou não, diminuiu muito na televisão, principalmente nos humorísticos, a quantidade de quadros que fazem sátiras à estrutura de poder do país. O fim do “CQC” serve como um bom exemplo para a discussão deste tema. O programa perdeu sua força quando a equipe foi orientada a pegar leve nas reportagens em Brasília e nas denúncias de irregularidades. Sem sua essência, morreu. 

 

Diante de tudo o que vemos por ai, é fundamental avançar na discussão sobre a mídia assumir suas posições políticas, abrir claramente seus editoriais e acabar definitivamente com uma imparcialidade difícil de ser praticada, afinal, toda opinião carrega a visão de quem a emitiu. E toda reportagem tem um olhar que a conduz e um jornalista com suas convicções, crenças e bandeiras.  

 

José Armando Vannucci é jornalista multiplataforma com atuação no rádio, televisão, internet e veículos impressos. Especialista em TV brasileira e com acesso a todas as emissoras do país, em seu trabalho une informação de bastidores com a crítica imparcial sobre o que é exibido pelas TVs abertas e fechadas. 

No rádio, está na Jovem Pan desde 1989, atualmente, é um dos apresentadores do programa JP Morning Show. Na internet, é autor do blog Parabólica JP e do Blog do Vannucci, espaços onde comenta assuntos relacionados à televisão, como estreias, novelas, minisséries e possui a coluna Vannucci Responde, um canal de comunicação com o internauta e o telespectador no qual responde sobre bastidores. Na televisão, desde 2005, é colunista do programa Todo Seu, da TV Gazeta/SP, com o quadro “De Olho na TV” .E, há 16 anos, integra o Troféu Imprensa, premiação comandadado por Silvio Santos. Em 2014,ingressou para a APCA, Associação Paulista de Críticos de Arte.

 

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Nota: As idéias e opiniões contidas no texto são de responsabilidade do autor, não expressando, necessariamente, os valores e sentimentos da Mazzi Comunicação Integrada. 

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